Sobre poemas

Passei a noite trabalhando versos. Contei as sílabas, distribui a rimas  e dividi as estrofes. Tudo isso com ajuda do café. Numa pressão constante para que ficasse bem feito. Perfeito. Mais que perfeito.

Sonetos.

Decassílabos.

Românticos.

Vazios.

Pois que só quando nasceu o dia, o Sol vermelho em nuvens sem forma, percebi: nem métrica, nem rima, nem forma. Faltava o calor e a luz do Sol se infiltrando no mundo, trazendo à tona um sentimento maior que tudo que se conhecia até então. Algo capaz de criar a própria Vida.

Sol.

Calor.

Luz.

Paz.

Rasguei minhas folhas e contemplei mais um poema surgir.

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