Sono

Já não há quem vele por mim e a noite fechada me assombra. Vejo sombras nas paredes e rostos na janela. Mãos me puxam e apertam vindas da minhas cobertas. O teto parece desabar sobre mim. Eu já não durmo.

Não é difícil cair no sono. Não é difícil fechar os olhos e esquecer do mundo, mas se eu o fizesse, ao abri-los novamente, você ainda estaria aqui? Pelo menos me esperaria para uma despedida ou seria meu fechar de pálpebras o nosso adeus?

Estou tão cansada. Fico acordada, temendo te perder entre um sonho e outro… Não sei se irei aguentar.

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